quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

BRINCAR 10 MINUTOS DIÁRIOS COM OS FILHOS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR REDUZ DISTÚRBIOS DE COMPORTAMENTO

Brincar 10 minutos diários com os filhos em idade pré-escolar, sem direito a fazer mais nada em simultâneo, e de forma cooperativa, contribui para reduzir os distúrbios de comportamento, como p. ex., hiperatividade, défice de atenção, oposição (a criança opõe-se a qualquer ordem do adulto) e desafio e agressividade, comprova um estudo da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Telemóvel ou filhos? 

O que é prioritário pode não ser tão óbvio para alguns pais

«“Mãe tenho uma coisa para te contar?” “Pai olha o desenho que fiz!”. Apesar da insistência da criança, mãe ou pai estão demasiado ocupados a trocar SMS, a falar com um amigo ou a experimentar a aplicação acabadinha de sair e que lhes vai facilitar tanto a vida. Está a tornar-se um hábito em muitas famílias: olhos nos ecrãs dos telemóveis e tablets e pouca conversa.»
«“Não só as distracções crónicas de tecnologia têm efeitos profundos e duradouros, como as crianças precisam desesperadamente de pais que lhes deêm o que tecnologia não pode: proximidade, interacções significativas com os adultos nas suas vidas”»
«Nas entrevistas que fez a crianças e adolescentes, Steiner-Adair ouviu a maioria dos inquiridos afirmarem que os seus pais estavam fisicamente presentes mas emocionalmente distantes, devido à constante ligação aos aparelhos móveis. O resultado, segundo a autora, é claro e tem consequências graves. “Quando largamos tudo para nos virarmos para os nossos telefones estamos a enviar a seguinte mensagem: ‘Por mim está bem ver apenas que estás aqui – não és assim tão importante. A nossa conversa, a nossa proximidade, o nosso relacionamento, nada disso é uma prioridade’. Estamos também a ensinar aos nossos filhos a fazer a mesma coisa”.» (clique aqui para ler o artigo do Público)

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Portugal não está preparado “para prevenir exploração sexual de crianças na internet” Entrevista de Dulce Rocha do IAC (Instituto de Apoio à Criança)

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Campanha 'Aqui ninguém toca' ajuda a prevenir abusos sexuais a crianças

Foi lançada pelo Conselho da Europa uma campanha que visa ajudar os pais a instituir a regra ‘Aqui ninguém toca’ para evitar que os filhos possam ser vítimas de abusos sexuais.(clique aqui)

terça-feira, 22 de julho de 2014

 Internet: conhecer os perigos é a melhor forma de os prevenir

Metade das más experiências na utilização da Internet por crianças e jovens ocorrem em redes sociais como o Facebook, diz o mais recente relatório do projeto EU Kids Online. Perceber o perigo que a situação representa é o primeiro passo para a evitar. No mundo virtual, como no real, o melhor é sempre prevenir.(ver artigo completo) 

             

                                                             

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Menina virtual que apanhou pedófilos recebe prémio internacional

12 Leões de Ouro e um de Prata foram atribuídos à ONG Terre des Hommes, no Cannes Lions


Maus tratos afetam cérebro das crianças



Segundo o artigo da revista Pais e Filhos de 01 de julho de 2014, os maus tratos às crianças estão associados a uma diminuição da matéria cinzenta do cérebro, responsável pelo processamento da informação, sugere um estudo publicado no “American Journal of Psychiatry”.

Investigadores da Fundação María Angustias Giménez, em Espanha, analisaram os resultados de 12 estudos anteriores que tinham utilizado um método imagiológico capaz de identificar as diferenças anatómicas cerebrais entre dois grupos de indivíduos. Os estudos incluíram 56 crianças ou adolescentes e 257 adultos, com antecedentes de maus tratos, assim como 56 crianças e 306 adultos sem este tipo de antecedentes. O estudo apurou que, comparativamente com os indivíduos sem antecedentes de maus tratos, aqueles que tinham sido expostos a este tipo tratos apresentavam, em determinadas áreas do cérebro, volumes de matéria cinzenta menores, explica o “Alert”.

De acordo com os autores, “estes resultados mostram que a exposição a ambientes adversos na infância pode ter consequências sérias no desenvolvimento do cérebro. Esperamos que estes resultados ajudem a reduzir os riscos ambientais durante a infância e a desenvolver tratamentos capazes de estabilizar estas alterações morfológicas”.